sexta-feira, 10 de outubro de 2014

DESESPERO POLITICO: Após ser derrotado novamente nas urnas e esconder apoio, Luiz de Deus agora apoia abertamente Aécio Neves no 2° turno.

 Depois de derrota no 1° turno, Luiz de Deus bota campanha de Aécio na rua.

Rubens Ricúpero e o jornalista Carlos Monforte da TV Globo estavam conversando informalmente e não imaginavam que a antena parabólica, sintonizada no Canal 23, estava transmitindo para todo país a conversação na qual o ex-ministro do governo Fernando Henrique dizia que na gestão do “tucano nativo da pauliceia desvairada”, FHC, “o que é ruim a gente esconde e o que é bom a gente mostra!”.

O presidenciável Aécio Neves do PSDB, no primeiro turno das eleições, derrotado em sua terra, Minas Gerais, assim como uma “coisa ruim”, não apareceu nas propagandas dos candidatos de sua coligação na Bahia e em Paulo Afonso, principalmente antes do “voo de galinha” de Marina Silva, do PSB, que ficou para trás na corrida ao Planalto Central. Para o mineiro Aécio, seus coligados do DEM nunca esperavam sua ascendência ao segundo turno das eleições de 2014.

 Cadê a imagem e número de Aécio Neves?



O deputado federal e então candidato a deputado estadual Luíz de Deus, ora derrotado nas urnas, patrocinado pelo prefeito da cidade, sua criatura política, até contrariou a lei Eleitoral em seu artigo sexto que trata das coligações partidárias, e, confundindo o eleitorado, suscitou o crime contra a fé pública tipificado no Código Penal por falsidade ideológica, quando teve seu nome e seu número em um “santinho” encabeçando, cronologicamente, a chapa do Partido dos Trabalhadores de Dilma Roussef e do governador da Bahia eleito no primeiro turno, Rui Costa, seus históricos adversários políticos.


Assim como a fênix que ressurgiu das cinzas, o “tucano” Aécio Neves, como tábua de salvação, agora é exposto nas fotos ao lado do sisudo ex-candidato, Luíz de Deus do DEM, na campanha do segundo turno a presidência da República. A metamorfose interesseira do líder maior dos “democratas” retrata o desespero do político profissional ao sentir-se alijado do sistema eleitoreiro que premia o político ausente, hipotético e incompetente, que infelizmente chafurda nas avenidas da politicalha tupiniquim, todos os dias, como personagem da ”síndrome de Ricúpero”.

Por Epidauro Pamplona.

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